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Legenda:No púlpíto, Marcio Cabreira, seguido na mesa por alexandre Pahim, Mari Perusso, Toni Proença e Nelson Junior
Créditos:Rodrigo Riegel
29/10/2012 | O Diretório Municipal do PPL de Porto Alegre se reuni para fazer balanço da eleição municipal

         O Diretório Municipal do PPL de Porto Alegre reuniu-se na última quarta-feira (24), para fazer um balanço da eleição municipal. O ato aconteceu no Plenário Ana Terra da Câmara Municipal de Vereadores. O espaço serviu para que os filiados pudessem debater e discutir sobre o rumo do Partido na capital. Fundado em 2009, o PPL de Porto Alegre participou de sua primeira eleição e obteve 2.774 votos, com a participação de dois candidatos no pleito.

         Para o vereador e membro da executiva municipal, Toni Proença, as perspectivas da eleição foram positivas, pois, diferentemente da eleição anterior, em que sua rede era apenas de amigos e grupos políticos, o PPL, em 2012, iniciou do zero e finalizou a campanha com mais de 2.700 votos: “Nenhum partido teve um crescimento tão amplo quanto o PPL nessa eleição. O PPL é maior do que eu, e é assim que deve ser a partir deste alicerce que se constrói alguma coisa que represente a nossa luta. Nós estamos apenas começando”, disse.

         O Presidente do PPL de Porto Alegre, Marcio Cabreira, considerou um avanço significativo do Partido na Capital. Para Marcio, o fato de os filiados estarem presentes na reunião é a demonstração do trabalho realizado: “A nossa grande vitória é os companheiros aqui presentes, que caminharam e continuarão caminhando juntos para as tarefas que estarão por vir.” E continua: “Peço que saiam com a sensação do dever cumprido, pois cada um cumpriu seu papel e colocou seu tijolo nessa obra, uma obra que será difícil de ser derrubada. Nós enraizamos pensamentos, ideias e formamos uma força política em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e no Brasil”, enfatiza.

         Segundo Cabreira, na sua avaliação, um dos fatores resultantes das eleições deu-se pela conjuntura por que passou a campanha de Villaverde, o que desnivelou todos que estavam associados à candidatura. Marcio reforça que o PPL optou pelo PT devido à identificação com os projetos desenvolvimentistas defendidos por aquele.

         Elucidando o plenário, Marcio avalia a candidatura de Fortunati: apesar de ter sido um cidadão militante do PT e de esquerda, quando se constituiu, a composição deu uma guinada para a direita, associando-se ao DEM e às políticas privatistas da Cidade. Esses foram fatores que impediram o PPL de associar-se à candidatura.

         No caso da candidatura de Manuela, o equívoco da aliança com a senadora Ana Mélia Lemos afastou qualquer apoio do Partido: “Ana Mélia é a representante do agronegócio, mas não do familiar e nacional, e, sim, do agronegócio internacional, da Monsanto”, denunciou. Essas foram as razões que levaram o apoio do PPL ao PT.

         Também presente no ato, a Presidenta Estadual do PPL, Mari Perusso, ressaltou que o momento é de reflexão e invitou as pessoas apoiadoras se somarem ao Partido: “Somente um partido consegue mudar a esfera do poder”, afirma.

         Mari demonstra, com enaltecimento, o crescimento do PPL no Brasil: foram conquistadas 173 cadeiras em câmaras municipais e foram eleitos 12 prefeitos em todo o país. Com o objetivo de ampliar o trabalho em Porto Alegre, Mari reforça que, a partir de agora, é a hora de intensificar nos trabalhos comunitários e sistematizar o Partido na Capital: “A vida do povo não está resolvida. Enquanto não estiver resolvida, ainda teremos muito que fazer”, salienta.

         No final da reunião, os presentes agendaram as próximas reuniões de trabalho.

 

 
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