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07/12/2011 | Uso da capacidade instalada da indústria cai de 83,5% para 81,4%

A indústria de transformação operou em outubro com 81,4% da capacidade instalada ante 81,7% no mês anterior, segundo dados com ajustes sazonais. Em fevereiro o indicador UCI (utilização da capacidade instalada) registrava 83,5% e, desde então, recuou em seis meses, segundo dados da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta segunda-feira, 5 de dezembro.

 

Em outubro, a retração foi de 0,3 ponto percentual (p.p.) frente a setembro e comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, a UCI recuou 1,0 p.p. – a sétima queda seguida nessa comparação.

 

Outro indicador, as horas trabalhadas, também teve redução de 0,5% no período, conforme dados dessazonalizados. Segundo a CNI, “esse indicador confirma a moderação da atividade industrial, pois é praticamente o mesmo registrado em dezembro de 2010”.

 

Após queda de 0,3% em setembro sobre agosto, o emprego aumentou 0,2% em outubro na comparação com o mês anterior, pelos dados dessazonalizados. Mas, segundo o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, a tendência é de que o emprego deve crescer cada vez menos. “Os movimentos no mercado de trabalho ocorrem com certa defasagem em relação à produção. Mas as expectativas para o próximo ano são de que haja desaquecimento do emprego na indústria”, disse.

 

Já o indicador de massa salarial recuou 1,1% em outubro frente a setembro, conforme a CNI. A pesquisa atribui a queda nos salários “à forte contração dos rendimentos médios reais, cujo indicador teve retração de 1,4% em outubro ante setembro, pelos dados sem ajuste sazonal. Foi a maior queda para meses de outubro desde o início da série, em 2006”.

 

Já o faturamento da indústria vem crescendo por cinco meses consecutivos mesmo diante do desaquecimento do setor. Esse descompasso entre produção e faturamento pode ser explicado, segundo Fonseca, “pelo contínuo acúmulo de estoques indesejados que faz com que a indústria pare de produzir para que as mercadorias sejam vendidas”. Além disso, diz o diretor da CNI, “o aumento dos insumos importados em alguns setores também pode explicar esse descolamento do faturamento com a produção”.

 
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