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01/06/2012 | Copom reduz Selic em meio ponto percentual

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu na quarta-feira (30/05) a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual, passando de 9% para 8,5% ao ano. Com isso, a taxa básica real de juros diminuiu de 3,3% para 2,8% ao ano, a terceira maior do mundo, atrás de Rússia (4,3%) e China (3,1%).

A média real dos juros das 40 maiores economia no mundo continua negativa: -0,5%, o que dá um diferencial de juros em relação ao Brasil de 3,3 pontos percentuais. A taxa do EUA está em -2,0%. Em relação a esse país o diferencial de juros é de 4,8 pontos. Com taxa real abaixo de 1,0% estão 28 países, segundo levantamento a corretora Cruzeiro do Sul.

O governo Dilma iniciou com a Selic a 10,75% e após cinco sucessivas altas atingiu 12,50% em julho do ano passado. A partir de agosto a taxa básica de juros começou a ser reduzida, mantendo-se, no entanto, um elevado diferencial de juros em relação a taxas internacionais e também spreads altíssimos. A presidente Dilma tem afirmado que as taxas de juros precisam cair a níveis internacionais e determinou ao Banco do Brasil e à Caixa que reduzissem suas taxas de financiamentos (para compra de veículos, crédito consignado, capital de giro etc.), que influenciam no consumo, mas de abrangência limitada no financiamento da produção, que é estimulado (ou travado) mais pela Selic, inclusive porque esta influencia decisivamente na taxa de câmbio, um dos principais fatores que estrangulou a indústria. Primeiro, por desarticular cadeias produtivas. Segundo, por deteriorar o saldo da balança comercial (facilita as importações e encarece os produtos de exportação).

Não que a redução de juros dos bancos não seja importante. Alguns bancos privados se viram obrigados a diminuir também algumas taxas - e o governo seguiu cobrando que os bancos privados promovam cortes ainda maiores.

Contudo, a necessidade da redução da taxa Selic se dá principalmente pela situação interna do país e não pela crise instalada nas economias ditas desenvolvidas – com “viés desinflacionário” -, como alegou o Copom em nota no final da reunião. Basta ver o fraco desempenho na indústria no ano passado e no início deste ano - levando até que o próprio ministro Mantega diminuísse sua estimativa de crescimento do PIB em 2012 - e demissões em alguns setores.

 

 

 
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